domingo, 5 de julho de 2009
Sites, Links e livros interessantes de Química
Postei vários sites e links que abordam tanto os aspectos estratégicos como os pedagógicos para elaboração de ambientes interativos de aprendizagem.
um abraço para todos colegas,
Eduardo Borba
APEC – Ação e Pesquisa em Ensino de Ciências. Por um novo currículo de ciências voltado para as necessidades de nosso tempo. Presença Pedagógica. Belo Horizonte, vol 9, n.51, p43-55, mai/jun, 2004.
BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil. Brasília, Senado, 1988.
_____. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Lei no 9394 de 20 de dezembro de 1996.
_____. Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Médio, Resolução CEB
no 3 de 26 de junho de 1998.
_____. Ministério da Educação – MEC, Secretaria de Educação Média e Tecnológica.
– Semtec. Parâmetros Curriculares Nacionais para o Ensino Médio. Brasília: MEC/Semtec, 1999a.
_____. Ministério da Educação – MEC/Instituto Nacional de Estudos e Pesquisa.
Educacionais – INEP. Matrizes Curriculares de Referência para o SAEB. 2 ed. Brasília: MEC/INEP, 1999b.
_____. Plano Nacional de Educação. Brasília, Câmara dos Deputados, 2000.
_____. Ministério da Educação – MEC, Secretaria de Educação Média e Tecnológica.
– Semtec. PCN + Ensino Médio: orientações educacionais complementares aos Parâmetros Curriculares Nacionais – Ciências da Natureza,Matemática e suas Tecnologias. Brasília: MEC/Semtec, 2002.
FISCHER, R. M. B. A Questão das Técnicas Didáticas – Uma proposta comprometida em lugar da decantada “neutralidade” das técnicas didático-pedagógicas. Ijuí: mimeo, nov. 1978.
KLEIMAN, A. Oficina de Leitura – teoria e prática. Ed. Pontes, Campinas, SP, 2000.
LORÉNS MOLINA, J. A. Comezando a aprender Química - ideas para el diseño curricular. Madrid: Visor, 1991.
MORTIMER, E. F.; MACHADO, A. H.; ROMANELLI, L. I. A proposta curricular de química do Estado de Minas Gerais: fundamentos e pressupostos. Química Nova, v. 23, n. 2, p.273-83, 2000.
PERRENOUD, P. et alli (org.) Formando professores profissionais – Quais estratégias? Quais competências? Art. Med . Porto Alegre. 2001.
O Professor como “Ator Racional”: que racionalidade, que saber, que julgamento? TARDIF,M. GAUTHIER, C. In PERRENOUD, P. et alli (org.) Formando professores profissionais – Quais estratégias? Quais competências? Art. Med . Porto Alegre. 2001.
SANTOS, M E. V. M. Pedagógicos para o século XXI: suas raízes em forças de mudança de natureza científica, tecnológica e social.: Livros Horizontes. Lisboa. 1999.
TORRES SANTOMÉ, J. Contenidos interdisciplinares y relevantes. Cuadernos de pedagogía, n. 225, p. 19-24. [número temático: Los contenidos escolares], 1994.
• Materiais didáticos de referência para o professor:
AMBROGI, A.; LISBOA, J. C. F.; SPARAN, E. R. F. Química: habilitação para o magistério. São Paulo, Funbec/Cecisp, Harbra, 1990. Módulos 1, 2 e 3.
AMBROGI, A.; VERSOLATO, E. F.; LISBOA, J. C. F. Unidades modulares de química. São Paulo, Hamburg, 1987.
Chemical Education Material Study, Química, uma Ciência experimental – Vol 1, 2, 3, São Paulo: EDART, 1973.
CISCATO, C. A. M.; BELTRAN, N. O. Química: parte integrante do projeto diretrizes gerais para o ensino de 2.º grau núcleo comum (convênio MEC/ PUC-SP). São Paulo, Cortez e Autores Associados, 1991.
GEPEQ – Grupo de Pesquisa para o Ensino de Química. Interação e transformação:química para o 2.º grau. São Paulo, Editora da Universidade de São Paulo, 1993-1995-1998. v. I, II e III; livro do aluno, guia do professor.
LUFTI, M. Cotidiano e educação em química: os aditivos em alimentos como proposta para o ensino de Química no segundo grau. Ijuí, Unijuí, 1988.
_____. Os ferrados e os cromados: produção social e apropriação privada do conhecimento químico. Ijuí, Ed. Unijuí, 1992.
MALDANER, O. A. Química 1: construção de conceitos fundamentais. Ijuí, Ed. Unijuí, 1992.
MÓL, G. De S.; SANTOS, W. L. P. dos (Coords.); CASTRO, E. N., F; SILVA, G. de S.;
SILVA, R. R. da; MATSUNAGA, R. T.; FARIAS, S. B.; SANTOS, S. M. de O.; DIB, S., M. F. Química e Sociedade, Química: coleção Nova Geração, módulos 1, 2, 3 e 4, suplementados com o Guia do Professor. São Paulo, Editora Nova Geração, 2003-2004.
MORTIMER, E. F.; Machado, A. H. Química para o ensino médio: volume único. São Paulo, Scipione, 2002.
ROMANELLI, L. I.; JUSTI, R. da S. Aprendendo química. Ijuí, Ed. Unijuí, 1997.
SCHNETZLER, R. P. et al. PROQUIM: projeto de ensino de Química para o segundo grau. Campinas, CAPES/MEC/PADCT, 1986.
• Livros e artigos sobre educação, educação ambiental e ensino de química – aspectos metodológicos:
AMARAL, E. M. R. e MORTIMER, E. F. Uma proposta de perfil conceitual para o conceito de calor, Revista Brasileira de Pesquisa em Educação em Ciências. Porto Alegre: , v.1, n.3, p.5 - 18, 2001.
CANDELA, A. A construção discursiva de contextos argumentativos no ensino de ciências. In: Salvador, C.C., Edwards D. (org.) Ensino, aprendizagem e discurso em sala de aula: aproximações ao estudo do discurso educacional. Porto Alegre: Artes.
CAPRA, F. A Teia da Vida, São Paulo: Cultrix, 1996.
CHASSOT, A. Alfabetização Científica: Questões e Desafios Para a Educação, Ijuí: Ed. Unijuí, 2000. 432p.
CHASSOT, A. Educação conSciência, Santa Cruz do Sul: EDUNISC, 2003. 243p.
DIAS, G. F. Educação Ambiental: princípios e práticas. São Paulo, Editora Gaia, 1992.
DRIVER, R., ASOKO, H., LEACH, J., MORTIMER, E. F., SCOTT, P.
Construindo conhecimento científico em sala de aula. Química Nova na Escola. São Paulo: , n.9, p.31 - 40, 1999.
DRIVER, R., GUESNE, E. e TIBERGHIEN, A. (Eds.) Ideias científicas en la infancia y la adolescencia. Madri, M.E.C. e Eds. Morata, 1985.
FONTANA, R.A.C. A mediação pedagógica na sala de aula. Campinas: Autores Associados, 1996. 176p.
FONTANA, R.A.C. Elaboração conceitual: a dinâmica das interlocuções na sala de aula. In: Smolka, A. B., Góes M.C.R. (org.) A linguagem e o outro no espaço escolar: Vygotsky e a construção do conhecimento. Campinas: Papirus, 1993.
GADOTTI, M. Pedagogia da Terra, São Paulo: Peirópolis, 2000.
GÓES, M.C.R. As relações intersubjetivas na construção de conhecimentos. In: Smolka,
A.L.B., Góes, M.C.R. A significação nos espaços educacionais, Campinas: Papirus, 1997.
GOMES, L.A.K. Propriedades específicas dos materiais, Química Nova na Escola, v.8, 1998.
LIMA, J. F. L. e outros, A contextualização no ensino de cinética química, Química Nova na Escola, n.
LUTFI, M. Os ferrados e os cromados, Ijuí: Editora Unijui, 1992.
MACHADO, A. H. Aula de Química: discurso e conhecimento. Ijuí: Ed. da UNIJUÏ, 1999, 200p.
MACHADO, A. H. e MOURA, A.L.A. Concepções sobre o papel da linguagem no processo de elaboração conceitual em Química, Química Nova na Escola, v.1, n.2, 1995.
MACHADO, A.H. e ARAGÃO, R.M.R. de “Como os alunos concebem o estado de equilíbrio químico?”, Química Nova na Escola, v.1, n.4, 1996.
LOPES, A. C. Reações Químicas, Química Nova na Escola, v.2, 1995.
MALDANER, O. A. A Formação Inicial e Continuada de Professores de Química. Ijuí: Editora Unijuí, 2000. 419 p. ISBN 85-7429-126-9.
MARTINS, I., OGBORN, J., KRESS, G., Explicando uma explicação, Ensaio. v.1, n.1, 1999.
MORTIMER, E. F. Concepções atomistas dos estudantes, Química Nova na Escola, v.1, 1995.
MORTIMER, E. F. e MIRANDA, L. Transformações: concepções dos estudantes sobre reações químicas, Química Nova na Escola, v.2, 1995.
MORTIMER, E. F. Linguagem e Formação de Conceitos no Ensino de Ciências. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2000. 383p.
MORTIMER, E. F. Para Alem das Fronteiras da Química: Relações Entre Filosofia, Psicologia e Ensino de Química. QUÍMICA NOVA. SOCIEDADE BRASILEIRA DE QUÍMICA, v.20, n.2, p.200 - 207, 1997.
MORTIMER, E. F., CHAGAS, A. N., ALVARENGA, V. T. Linguagem Científica Versus Linguagem Comum Nas Respostas Escritas de Vestibulandos. INVESTIGAÇÕES EM ENSINO DE CIÊNCIAS. PORTO ALEGRE: UFRGS, v.3, n.1, p.1 - 13, 1998.
MORTIMER, E. F., MACHADO, A. H., ROMANELLI, L. I. A proposta curricular de química do Estado de Minas Gerais: fundamentos e pressupostos. Química Nova. São Paulo: , v.23, n.2, p.273 - 283, 2000.
MORTIMER, E. F., SANTOS, F. M. T. Estratégias, Táticas e Resistência nos primeiros dias de aula de química. Química Nova na Escola. São Paulo: , n.08, p.38 - 42, 1999.
Mortimer, E. Linguagem e Formação de Conceitos no Ensino de Ciências, Belo Horizonte: Ed. UFMG, 2000,383 p.
MORTIMER, E.F. Pressupostos epistemológicos para uma metodologia de ensino de química: perfil epistemológico e mudança conceitual. Química Nova, v.15, n.3, p.242 - 249, 1992.
MORTIMER, E.F., MACHADO, A.H. elaboração de conflitos e anomalias em sala de aula In:
Mortimer, E. F. e Smolka, A. B. (org.) Linguagem, Cultura e Cognição, Belo Horizonte: Autêntica, 2001, 223p.
MORTIMER, E.F., MACHADO, A.M. A Linguagem Numa Sala de Aula de Ciências.
PRESENÇA PEDAGÓGICA. BELO HORIZONTE: DIMENSÃO, v.2, n.11, p.49 - 57,1996.
MORTIMER. E. F. e AMARAL. L. O. F. Calor e temperatura no ensino da termoquímica, Química Nova na Escola, n.7, 1998.
OLIVEIRA, R. J. e SANTOS, J. M. A energia e a química, Química Nova na Escola, n.8, 1998
PEREIRA, M.P.B.A. “Dificuldades de aprendizagem em Equilíbrio Químico I e II” publicados em Química Nova, v. 12, números 2 e 3, 1989.
REVISTA QUÍMICA NOVA NA ESCOLA publicação da Sociedade Brasileira de Química
ROCHA-FILHO R. C. Átomos e tecnologia, Química Nova na Escola, v.3, 1996
ROMANELLI, L. I. O professor no ensino do conceito átomo, Química Nova na Escola, v.3, 1996.
ROMANO FILHO, P. e outros, Gente cuidando das águas, Belo Horizonte: Mazza Edições, 2002, 208p.
ROSA, M.I.F.P.S. e SCHNETZLER, R. P. Sobre a importância do conceito de transformação química no processo de aquisição do conhecimento químico, Química Nova na Escola, v.8, 1998.
SMOLKA, A.L.B. Construção de conhecimento e produção de sentidos nas relações de ensino In: Almeida, M. J. P. M. Silva, H.C. (org.). Textos de Palestras e Sessões Temáticas III Encontro Linguagens, Leituras e Ensino da Ciência, Campinas: Graf. FE/UNICAMP, p.91-100, 1999.
SMOLKA, A.L.B. Esboço de uma perspectiva teórico metodológica no estudo de processos de construção de conhecimento. In: Smolka, A.L.B., Góes, M.C.R. A significação nos espaços educacionais. Campinas: Papirus, 1997.
VOLOSHINOV, V.N. Marxismo e filosofia da linguagem. São Paulo: Hucitec, 1992. 196p.
VYGOTSKY, L.S. Pensamento e linguagem. São Paulo: Martins Fontes.
• Livros e Artigos sobre ensino de química – aspectos conceituais e contextuais:
BELTRAN, M.H.R. Destilação: a arte de ‘extrair virtudes’, Química Nova na Escola, v.4, 1996.
BOCCHI, N. e outros, Pilhas e baterias: funcionamento e impacto ambiental, Química Nova na Escola, n.11, 2000.
BOFF, E. e FRISON, M. D., Cargas elétrica na matéria, Química Nova na Escola, v.3, 1996.
BRAATHEN, P. C. Desfazendo o mito da combustão da vela para medir o teor de oxigênio no ar, Química Nova na Escola, n. 12, 2000.
CHASSOT, A. I. Prováveis modelos de átomos, Química Nova na Escola, v.3, 1996.
CHASSOT, A. I. Raios X e radioatividade, Química Nova na Escola, v.2, 1995.
FERREIRA, L. H. e outros, Algumas experiências simples envolvendo o Princípio de Le Chatelier, Química Nova na Escola, v.1, n.1, 1995.
FILGUEIRAS, C.A. Espectroscopias e química, Química Nova na Escola, v.3, 1996.
FIORUCCI, Antonio Rogério, Márlon Herbert Flora Barbosa Soares e Éder Tadeu Gomes Cavalheiro, O Conceito de Solução Tampão, Química Nova, n. 13, 2001.
GEPEQ, Extrato de repolho roxo como indicador universal de PH, Química Nova na Escola, n.5, 1997.
GOUVEIA-MATOS, J. A. de M. Mudanças nas cores dos extratos de flores e do repolho roxo, Química Nova na Escola, n.10.
HIOKA N. e outros Pilhas de Cu/Mg construídas com material de fácil obtenção Química Nova na Escola, n.11, 2000.
HIOKA, N. e outros, Experimentos sobre pilhas e a composição dos solos, Química Nova na Escola, n. 8, 1998.
JAFELICCE JÚNIOR, M. e VARANDA L. C. O mundo dos colóides, Química Nova na Escola, v.2, 1995.
LACERDA, L. D. e MENESES, C. L. O mercúrio e a contaminação de reservatórios no Brasil, Ciência Hoje, v.19, n.110, pp.34-39, 1995.
LASZLO, P. A palavra das coisas ou a linguagem da química. Lisboa: Gradiva, 1995. 283p.
LIMA e outros, Demonstração do efeito tampão de comprimidos efervescentes com extrato de repolho roxo, Química Nova na Escola, v.1, n.1, 1995.
MATEUS, A. L., QUÍMICA NA CABEÇA, BELO HORIZONTE: ED. UFMG, 2001, 128P.
MEDEIROS, A. Aston e a descoberta dos isótopos, Química Nova na Escola, v.10, 1999.
MELEIRO A. E GIORDAN, M. Hipermídia no ensino de modelos atômicos, Química Nova na Escola, n. 10, 1999.
ROCHA-FILHO, R.; SILVA, R. R. Mol: uma nova terminologia, Química Nova na Escola, n.1, pp.12-14, 1995.
ROCHA-FILHO, Romeu Cardoso; SILVA, Roberto Ribeiro. Introdução aos cálculos da Química. São Paulo: Makron/McGraw-Hill, 1992.
SILVA, R. R. e outros, A química e a conservação dos dentes, Química Nova na Escola, n.13, pp.3-8, 2001.
SIMONI, J. A. E TUBINO, M. Determinação de raios atomicos, Química Nova na Escola, v.9, 1999.
SOUZA, J. R. E BARBOSA, A. C. Contaminação por mercúrio e o caso da Amazônia, Química Nova na Escola, n.12, pp.3-7, 2000.
TOLENTINO M. E ROCHA-FILHO, R. O bicentenário da invenção da pilha elétrica, Química Nova na Escola, n.11, 2000.
• Livros de Química para o Ensino Superior para consulta:
ATKINS, P. e JONES, L. Princípios de Química – questionando a vida moderna e o meio ambiente, Porto Alegre: Bookman, 2001.
BAIRD, C. Química Ambiental, Porto Alegre: Bookman, 2002, 621p.
CAMPBELL, J. Arthur, Chemistry: the unending frontier, Califórnia: Goodyear Publishing Company, 1978.
CHANG, Raymond. Chemistry. 5th ed. McGraw-Hill, 1994.
FREEMANTLE, Michael. Chemistry in action. Macmillan, 1990.
GENTIL,V.G. , Corrosão, LTC, 1996.
GREEENWOOD, N. N., EARNSHAW, A. Chemistry of the elements. Pergamon, 1984.
GUINIER, A. A estrutura da matéria: do céu azul ao material plástico, São Paulo: EDUSP, 1996, 324 p.
HILL, W.J. Chemistry for changing times, Macmillan, 1992.
IHDE, Aaron J. The development of modern chemistry. Dover, 1984.
MATTHEWS, P. Advanced Chemistry 1, Cambridge: Cambridge University Press, 1992.
RIBEIRO, M. A . Ecologizar – pensando o ambiente humano, Belo Horizonte: Rona Ed., 1998, 392p.
ROCHA-FILHO, Romeu Cardoso; SILVA, Roberto Ribeiro. Introdução aos cálculos da Química. São Paulo, Makron/McGraw-Hill, 1992.
SELINGER, B. Chemistry in the market place. 4th ed. Canberra, Australian National.
SHREVE, R.N. e Brink Jr.,J.A. Indústrias de Processos Químicos, Rio de Janeiro: Ed. Guanabara Dois, 1977, 4a Ed., 717p.
SNYDER, C. H., The extraordinary Chemistry of ordinary things, New York: John Wiley & Sons, Inc., 1995.
UCKO, David A. Química para as ciências da saúde. 2a. ed. São Paulo, Manole, 1992.
University Press, 1981.
• Livros “paradidáticos” para o ensino médio:
ABDALLA, M.C. Bohr: o arquiteto do átomo, São Paulo: Odysseus (Coleção Imortais da Ciência).
BAINES, J. Chuva ácida, São Paulo: Scipione.
BAINES, J. Preserve a atmosfera, São Paulo: Scipione.
BRANCO, S. M. Energia e meio ambiente, São Paulo: Ed. Moderna.
BRANCO, S. M. Água: uso, origem e preservação, São Paulo: Ed. Moderna.
BRANCO, S. M. Meio ambiente em debate, São Paulo: Ed. Moderna.
BRANCO, S. M. Natureza e agroquímicos, São Paulo: Ed. Moderna.
BRANCO, S. M. e MURGEL, E. Poluição do ar, São Paulo: Ed. Moderna.
CANTO, E. L. Minerais, minérios, metais: de onde vêm? Para onde vão? São Paulo: Ed. Moderna, 120 p.
CANTO, E. L. Plástico: bem supérfluo ou mal necessário?, São Paulo: Ed. Moderna.
CAVINATO, V. M.Saneamento básico, São Paulo: Ed. Moderna.
CHAGAS A.P. Ferramentas do Químico, Química Nova na Escola, v.5, 1997.
CHAGAS A.P. Argilas: as essências da terra, São Paulo: Ed. Moderna.
CHASSOT, A. I. A Ciência através dos tempos, São Paulo: Moderna.
CHASSOT, A. I. Alquimiando a Química, Química Nova na Escola, n.1, pp.20-22, 1995.
GOLDEMBERG, J. S.O.S planeta Terra, São Paulo: Moderna.
GOLDEMBERG, J. Energia nuclear: vale a pena?, São Paulo: Scipione.
HELENE, M. E.M. e outros, Poluentes atmosférico, São Paulo: Scipione.
JAMES B. Lixo e reciclagem, São Paulo: Scipione.
LICHTENTHÄLER FILHO R. e PORTELA F. Energia Nuclear, São Paulo: Ática.
MAGOSSI L. R e BONACELLA, P. H., Poluição das águas, São Paulo: Moderna.
NOVAIS, V. Ozônio: aliado e inimigo, São Paulo: Scipione.
OKUNO, E. Radiações: efeitos, riscos e benefícios, São Paulo: Harbra, 1988.
PARKER S. Marie Curie e a radioatividade, tradução Sílvio ferreira, São Paulo: Scipione, 1996 (Caminhos da Ciências).
SCARLATO F.C e PONTIN, J.A. Do nicho ao lixo: ambiente, sociedade e educação, São Paulo: Atual.
SILVA, Eduardo R. e SILVA, R.R.H. Álcool e gasolina - combustíveis do Brasil, São Paulo: Ed. Scipione, 72 p.
THIS, E. Um cientista na cozinha, São Paulo, Ática, 1999.
TIBA, I. 123 Respostas sobre drogas São Paulo: Scipione, 2001.
TOLENTINO, M. e outros, O azul do planeta: um retrato da atmosfera terrestre, São Paulo: Moderna.
TUNDISI, H.S. Usos de energia, São Paulo: Atual.
VANIN, J. Alquimistas e químicos: o passado, o presente e o futuro, São Paulo: Moderna.
• Endereços eletrônicos interessantes:
http://www.abip.org.br/abip
• Associação Brasileira da Indústria de Panificação e Confeitaria.
http://sbqensino.foco.fae.ufmg.br/
• Página da Divisão de Ensino de Química da Sociedade Brasileira de Química. Acesso à Revista Química Nova na Escola - é possível imprimir artigos em PDF.
http://www.rossetti.eti.br/dicuser/index2.asp
• Dicionário de Química para consulta on-line.
http://www.cfq.org.br
• Conselho Federal de Química – para consultas sobre a profissão de químico.
http://www.prodam.sp.gov.br/sme/maonamassa/index1.htm
http://www.educ.fc.ul.pt/docentes/opombo/seminario/arquimedes/coroa.htm
• Sobre a coroa do Rei Hierão.
http://www.quimica.matrix.com.br/artigos/cristais_liquidos.html
• Para saber mais sobre cristais líquidos.
http://nautilus.fis.uc.pt/wwwqui/equilibrio/port/Welcome.html
Site português da Universidade de Coimbra. Você pode fazer download do programa LeChat 2.0 de simulação para o Princípio de Le Chatelier. O programa LeChat 2.0 - Simulações em Equilíbrio Químico - consiste basicamente numa ilustração no computador, de forma gráfica, do fenômeno do Equilíbrio Químico. Pretende-se, em particular, visualizar as alterações produzidas em sistemas químicos gasosos por alterações de concentrações de reagentes ou produtos, temperatura do sistema ou pressão (volume) a que o sistema está sujeito, em conformidade com o Princípio de Le Chatelier.
• Tabelas periódicas on line:
Em inglês:
http://pearl1.lanl.gov/periodic/default.htm
http://www.webelements.com/
Em português:
http://www.merck.com.br/quimica/tpie/index.htm
http://www.quimica.matrix.com.br/artigos/tabela/tabela.html
http://www.quimica.matrix.com.br/artigos/nuclear/introducao.html
segunda-feira, 15 de junho de 2009
Questão proposta sobre Vygotsky
Segue um trabalho proposto:
CASO PARA ESTUDO EM GRUPO
A turma do professor Gláucio tem 30 alunos, com idades diferentes, desenvolvimento cognitivo e conhecimentos variados. É uma turma de 2º ano do ensino médio, de uma escola pública. Metade dos alunos da turma veio do 1º ano do ensino médio, mas com diferentes níveis de conhecimento. Cinco alunos estão repetindo o 2º ano pela segunda vez, e os demais são oriundos de outras cidades e até estados com culturas e hábitos diferentes. Esse grupo apresenta características distintas, tanto cognitivas como afetivas e culturais.
Gláucio sempre trabalhou com o 2º ano e não tinha dificuldades, mas neste ano, as coisas não estão acontecendo como o esperado. Quando planeja uma atividade ou a construção de um conceito novo (“conteúdo conceitual” novo,) Muitos alunos não se envolvem e fazem a maior bagunça. Alguns alunos desenvolvem as atividades, e o restante da turma não consegue acompanhar. Verifica-se que alguns alunos necessitam de um atendimento mais próximo do professor, mas este não está conseguindo atender estes alunos e desenvolver os ambientes, devido à falta de tempo.
Certo dia, já desanimado com as dificuldades, deixa os alunos trabalharem em pequenos grupos fazendo as atividades propostas. Gláucio observa com mais atenção, um aluno, Marcelo. Esse menino tinha dificuldades em acompanhar o ritmo do grupo, principalmente quanto à interpretação e cálculos básicos na estequiometria. Aproxima-se do grupo em que Marcelo está, ficando atento ao que se passa. Depois de algumas explicações de outro colega, com um ou dois exemplos da tarefa, ele completava a atividade com mais facilidade.
O professor percebe, com espanto, que embora Marcelo precisasse inicialmente de mais ajuda, ele era capaz de completar as tarefas e se envolver na atividade.
Questão proposta:
Examine às questões levantadas nesse contexto e a seguir elabore um parágrafo de no máximo 10 linhas para explicar o desempenho do Marcelo nessa aula relacionando com os fundamentos teóricos de Vygotsky.
Comentário:
Este caso é mais comum do que parece, já que cada pessoa é única na sua concepção e no seu desenvolvimento (tanto cultural, social e afetivo), o professor ao perceber tal detalhe no trabalho em grupo, onde o Marcelo conseguiu acompanhar e desenvolver as atividades propostas. O professor demonstrou a falta de conhecimento da turma e sua inserção no meio (turma de 30 alunos), já que Vygotsky em sua fundamentação destaca a importância de conhecer o ser nos seus contextos social e cultural, havendo a necessidade de o professor conhecer a realidade do aluno e procurar trabalhar o mais próximo possível dela.
Marcelo aprendeu com maior facilidade devido aos seus colegas terem uma linguagem mais simples e a compreensão da sua maneira de pensar, facilitando assim a ação mediadora entre o aluno e conhecimento, função esta que o professor involuntariamente distribuiu entre os alunos, facilitando a aprendizagem.
Para comentários da turma.
Gláucio Hartwig
sábado, 13 de junho de 2009
Links de apoio para AIA's teoria de atômica e eletroquímica
Opa, segue links com material de apoio para AIA’s envolvendo teoria de átomos e eletroquímica.
http://www.idealvestibulares.com.br/hotsites/quimica/conteudo.ler.php?c=247&sc=831&ct=27383 com Uzberco
Como você imagina um átomo?
http://www.idealvestibulares.com.br/hotsites/quimica/conteudo.ler.php?c=247&sc=838&ct=24816
Pequeno vídeo sobre a teoria dos átomos, abordando a nova teoria do átomo.
A Experiência de Rutherford
http://www.idealvestibulares.com.br/hotsites/quimica/conteudo.ler.php?c=247&sc=831&ct=24740
Vídeos mostrando a experiência realizada por Rutherford e sua teoria.
Eletroquímica
Um resumo sobre Eletrólises
http://www.idealvestibulares.com.br/hotsites/quimica/conteudo.ler.php?c=247&sc=831&ct=27408
Exemplo de eletrolise e material de apoio.
A corrente elétrica
http://www.idealvestibulares.com.br/hotsites/quimica/conteudo.ler.php?c=247&sc=828&ct=21600
Vídeo tratando de conceitos básicos de eletricidade, pilhas, circuito, unidades SI e cuidados de segurança.
Eletroquímica / Potenciais Normais de Redução
http://www.idealvestibulares.com.br/hotsites/quimica/conteudo.ler.php?c=247&sc=838&ct=20657
Vídeo demonstrando como se chegou ao potencial padrão de hidrogênio e sua relação com os demais potencias dos metais.
Experiência on-line
O Gênio da Lâmpada
http://www.labvirtq.fe.usp.br/applet.asp
Experiência interativa relacionada a eletroquímica envolvendo corrente elétrica,
Quem apagou a luz?
http://www.labvirtq.fe.usp.br/simulacoes/quimica/sim_qui_quemapagoualuz.htm
terça-feira, 9 de junho de 2009
Molecularium
Abraço!!!
Camila de Souza
sábado, 16 de maio de 2009
Última edição da Revista QNEsc
Abraço
Camila de Souza
quinta-feira, 14 de maio de 2009
domingo, 10 de maio de 2009
Questões Contextualizadas Formação do Professor
Questões Contextualizadas Formação do Professor
Implementando a prática Educativa
1- O pensamento pedagógico de Paulo Freire parte de alguns princípios que marcam, de forma clara e objetiva, o seu modo de entender o ato educativo.
Considerando as características do pensamento desse autor, analise as afirmações que se seguem.
I - Ensinar é um ato que envolve a reflexão sobre a própria
prática.
II - Modificar a cultura originária é parte do processo
educativo.
III - Superar a consciência ingênua é tarefa da ação educativa.
IV - Educar é um ato que acontece em todos os espaços da
vida.
V - Educar é transmitir o conhecimento erudito e universal-
mente reconhecido.
Comente em um parágrafo de 10 linhas as alternativas coerentes com o pensamento de Paulo Freire .
(A) anulação do conhecimento anterior e substituição deste por conteúdos novos e diferentes.
(B) associação de novos conteúdos àqueles que já faziam parte da sua estrutura cognitiva.
(C) comparação entre informações contrastantes e o reforço do conhecimento anterior.
(D) desequilíbrio, por conflito cognitivo, e acomodação do novo conhecimento ao anterior.
3- A racionalidade científica, forma dominante de pensar e de agir na Modernidade, transformou o homem e sua ação em objetos de investigação. Passaram a ser tratados da mesma forma que as "coisas" e os fenômenos da natureza, como "objetos" fixos, imutáveis. O historicismo veio a se opor a essa perspectiva positivista, chamando a atenção para a dimensão histórica da existência, do mundo e da sociedade. As vertentes da pesquisa em educação que acompanharam essa discussão incorporaram idéias do historicismo e trouxeram para a prática da investigação o pressuposto de que:
(A) a pesquisa educacional supõe a existência de métodos previamente definidos.
(B) a objetividade e a universalidade do conhecimento são garantidas pelos métodos de pesquisa.
(C) a metodologia da pesquisa determina a produção dos conhecimentos histórico-educacionais.
(D) o conhecimento da realidade só é possível por meio do controle do fenômeno educacional.
(E) o conhecimento educacional depende da compreensão dos processos sócio-históricos. (correta)
4- Há uma discussão do "ser" professor que envolve a diferenciação entre a pedagogia do professor e a pedagogia do mestre.A função do professor é ensinar a todos a mesma coisa e a do mestre, anunciar, a cada um, uma verdade particular, uma resposta singular e uma realização. Nesse sentido, o mestre é o condutor do discípulo até si mesmo, um agente de seu processo de individuação. O discípulo confia no mestre para que o instrua e o conduza enquanto ele não for capaz de se conduzir sozinho, entendendo que a condição de discípulo é provisória. Assim, a experiência do mestre, adquirida através da prática e da sagacidade, é, na verdade, a capacidade de discernimento dos espíritos que, ao pressentir as possibilidades de cada um, propõe-lhes fins ao seu alcance, assim como os meios de alcançá-los, através da utilização das suas capacidades. As idéias do texto afirmam:
I - a confiança do discípulo na figura do mestre;
II - a busca de padrões nos processos de individuação;
III - o entendimento das limitações e possibilidades de mestres e discípulos;
IV - a percepção do mestre como condutor às verdades.
De acordo com o texto, é(são) correta(s) APENAS a(s) alternativas
5- Estudantes de 17 anos de uma Escola de Ensino Médio estudam a distribuição de água para a população.
O professor inicia a atividade com perguntas como:
• Toda água que sai da torneira é boa para beber?
• Qual é o processo utilizado para a purificação da agua em uma estação de tratamento
• Existem casas sem água potável em nosso municipio?
As respostas são discutidas. O professor realiza em sala atividades práticas como:
• construção de uma maquete do sistema de distribuição de água da cidade;
• experiência de decantação e filtração da água;
• Vídeo ilustrativo de como é o funcionamento de uma estação de tratamento de água.
O trabalho é ampliado para o estudo da preservação ambiental e da situação da água potável da população, que não tem acesso à rede de abastecimento de água. Refletem sobre como o poder público cuida da qualidade da água e das questões ambientais e, ainda, sobre a responsabilidade social da população e dos governantes.A partir dessa descrição, considere as afirmações a seguir.
I - As perguntas iniciais respondidas pelos alunos permitem ao professor fazer o levantamento do conhecimento prévio dos alunos.
II - A contextualização dos temas ocorre durante as atividades, na inserção de aspectos do cotidiano dos alunos e da população.
III - O conhecimento científico desautoriza o conhecimento que os alunos trazem de suas experiências de vida, em relação ao meio ambiente.
IV - As crianças devem concluir que as questões relativas ao desmatamento próximo aos mananciais de água e a distribuição de água tratada a toda a população são de responsabilidade social exclusiva dos governos.
De acordo com a descrição, são corretas APENAS as afirmações
I e II (B) I e III (C) I e IV (D) II e III (E) II e IV
Correta A
8- Duas adolescentes muito competitivas recusaram a possibilidade de desenvolver, juntas, uma mesma atividade. A professora incentivou os alunos à trabalhar em dupla, "para que pudessem aprender mais". Ao fazer esta consideração, a professora se aproxima do princípio de que a aprendizagem é um processo
(A)inato.
(B)social.
(C)empírico.
(D)"gestáltico".
(E)condicionante.
9- Os Parâmetros Curriculares Nacionais para o ensino da Química indicam que os conteúdos estão distribuídos em três grandes domínios visando o desenvolvimento de (conteúdos) – Habilidades conceituais, habilidades procedimentais e habilidades atitudinais. Os três principais domínios dos parâmetros curriculares são:
(A) aplicar estratégias de quantificação, como a contagem, o pareamento, a estimativa e a correspondência.
(B) entender a movimentação de pessoas ou objetos, conforme indicações de direção.
(C) representação e comunicação, investigação e compreensão, contextualização sócio cultural .
(D) reconhecer fenômenos que envolvem o estudo de química em nosso cotidiano.
(E) identificar formas equações químicas em diferentes situações, utilizando a tabela periódica.
Revista Carta na Escola
Boa leitura!
Camila de Souza
LabVirt
Abraço
Camila de Souza
sexta-feira, 8 de maio de 2009
Motivação para o uso das TICs
quinta-feira, 7 de maio de 2009
Matrizes de Competências Químicas
No texto disponivel no UCS virtual-Matrizes de Com. Químicas pg.26 o autor destaca 8 estratégias de ensino para compor um AIA.Analise as contribuições das estratégias citadas nesse texto comparando-as com os aspectos da mediação estudados até o momento.Por meio dessa ferramenta sistematize essas contribuições.
Matrizes de Competências Químicas
No texto das Matrizes de Competências Química na pg.9 ( Resultados de Química) disponível no AVA-UCSvirtual , o autor descreve 10 habilidades para essa área. Justifique a importancia de 3 dessas habilidades no ensino médio de Química no nosso Blog .
segunda-feira, 4 de maio de 2009
sexta-feira, 1 de maio de 2009
domingo, 26 de abril de 2009
Objetos de Aprendizagens
Olá Comunidade PEES II.
Estou aqui atualizando nosso Blog e aguardando as contribuições de vocês. O blog é um espaço de troca, integração e de colaboração. Nesse espaço você pode sugerir vídeos , links que podem apoiar os nossos AIA de química.( Não poderemos postar os AIA e as questões contextualizadas nesse espaço.) Podemos sim acessar links diversos e fazer um comentários sinteses sobre as caracteristicas dos mesmos.
Poderemos também fazer o mesmo sobre os PCN e os demais autores. O importante desse ambiente é que fica o registro da participação do aluno. Torna visível a produção escrita do aluno,caracterizando o aluno como sujeito histórico de sua aprendizagem. Até logo mais e vamos incrementar com mais endereços eletrônicos esse nosso espaço.
Abraços
Ivete Ana
Revista Eletrônica do Ensino de Química:
http://ensquimica.blogspot.com/2008/08/revista-eletrnica-de-ensino-de-qumica.html
Ponto Ciência:
http://www.pontociencia.org.br/
Labvirt Química:
http://www.labvirtq.fe.usp.br/indice.asp
RIVED:
http://www.rived.mec.gov.br/
VÌDEOS
http://www.youtube.com/watch?v=QphKvnCBlB0
http://www.youtube.com/watch?v=Yedd5QVvRD8&feature=related